Archive for the ‘Outros’ Category

Publique seu paper na Revista da AMDE

novembro 22, 2011

Prezado(a) Sr(a),

A AMDE está adaptando sua Revista Acadêmica, existente desde 2009, para atender aos mais elevados critérios de avaliação da Capes, no sistema Qualis da área do Direito e da área da Economia. Nosso objetivo é ter uma revista que possa ser considerada nacionalmente uma fonte de referência e divulgação do conhecimento para a análise econômica do direito.

Assim, se o Sr. tem um trabalho inédito, ou que foi apresentado nos Congressos da AMDE ou da ABDE, e atende às exigências de publicação constantes da Revista da AMDE, convidamos para submissão do trabalho para apreciação de nossos avaliadores.

Nosso sistema de submissão de trabalhos pode ser acessado através do site http://www.revista.amde.org.br/index.php/ramde. Pedimos aos interessados que se cadastrem no sistema, submetendo seu paper através das regras próprias do sistema OJS, plenamente adaptado às regras de imparcialidade, impessoalidade e transparência requeridos pela Capes. Para tanto, é necessário adaptar o documento às regras dispostas no site, inclusive eliminando qualquer referência que possa identificar o autor no texto. O manuscrito submetido à Revista da AMDE será analisado preliminarmente pelos Editores para averiguação de sua compatibilidade com o escopo da Revista e, em sendo aprovado, será encaminhado para avaliação anônima de pelo menos dois pareceristas.  Os pareceristas serão preferencial, mas não necessariamente, um jurista e um economista.  Os pareceristas serão selecionados dentro da comunidade acadêmica de acordo com seu campo de especialização.

Caso seja seu interesse, agradecemos sua contribuição para a revista, cadastrando-se como autor e também como avaliador, para que possa receber textos de outros autores para avaliação. Para tanto, pedimos que seu cadastro seja o mais completo possível, permitindo a identificação das áreas de interesse de avaliação, bem como sua formação acadêmica.

Obrigado pela contribuição,

Prof. Dr. Alexandre Bueno Cateb

Presidente da AMDE

Prof. Dr. Cláudio Djissey Shikida

Diretor Acadêmico da AMDE

Polêmica da semana

outubro 1, 2011

A entrevista concedida à BBC pelo Trader Alessio Rastani, e sua “sincera” impressão acerca do futuro da economia, provocou um tsunami na blogesfera (aqui, aqui e aqui). As reais intenções que estão por trás das previsões econômicas, o custo da informação, e o poder regulatório dos governos – mais uma vez –  foram colocados em pauta. Tire suas próprias conclusões.

Grande oportunidade de estágio nos Estados Unidos

setembro 15, 2011

Do Ordem Liberal

Por @mkarl

O Institute for Humane Studies oferece uma grande oportunidade de estágio nos Estados Unidos, aberta a estudantes e recém-graduados.

O Charles G. Koch Summer Fellow Program é um programa de estágio remunerado que aloca os candidatos selecionados em mais de 80 organizações, para trabalhar projetos de pesquisa entre 2 de junho e 10 de agosto de 2012.

O candidato selecionado poderá ainda ter suas despesas com passagem e visto pagas pelo Institute for Humane Studies.

As inscrições estão abertas até 31 de janeiro de 2012.

Wiley-Blackwell disponibiliza biblioteca do 11/09

setembro 9, 2011

Ante a proximidade do aniversário de 10 anos do maior atentado terrorista do mundo, a Editora Wiley-Blackwell disponibilizou seu acervo de publicações acerca do “11 de setembro”. São diversos campos de estudo, distribuídos por revistas científicas e capítulos de livros.

Em economia, estão disponíveis revistas como a Econometrica e a The Economic Journal (clique aqui para ver o acervo). Em Direito os destaques ficam por conta do European Law Journal e American Business Law Journal (clique aqui para ver o acervo).

Curso: Aspectos Jurídicos da Economia Comportamental

setembro 6, 2011

A ADEPAR convida a todos para participar do Curso Aspectos Jurídicos da Economia Comportamental que ocorrerá na sede da OAB-PR, promovido pela Escola Superior de Advocacia, nos dias 12 e 13/08.

As inscrições poderão ser realizadas pelo site da ESA (http://www.oabpr.org.br/esa/?secao=detalhescursos&cd_curso=1324), exclusivamente para advogados e estagiários inscritos na OAB, ou através da ADEPAR (direito.economia.pr@gmail.com), para todos os demais interessados.

O valor da inscrição será revertido em favor do Hospital Pequeno Príncipe.
PROGRAMA
12/09 – 19:00 – Introdução à Economia Comportamental – a psicologia dos fenômenos econômicos. As escolhas no curso do tempo. Vieses e Heurísticas. Modelos e aplicações.
13/09 – 19:00 – Apresentação de uma nova disciplina jurídica. O conceito de consumidor e a Economia Comportamental. Comportamento econômico e contratos. O mito do agente racional. Nudge e políticas públicas. A legislação e a Behavioral Law and Economics.

 

Keynes e o “quatrilho”

agosto 29, 2011

No “Valor” de sexta, boa dica de e-book sobre a teoria keynesiana e a crise no Brasil. Para ler a matéria completa clique aqui.

“Nas 1.549 páginas do e-book “Crise, Estado e Economia Brasileira”, o economista José Roberto Afonso percorre integralmente a obra de John Maynard Keynes para discutir o ativismo fiscal que fundamentou a resposta à crise financeira global de 2008/2009, a maior do pós-guerra. Naquele momento, governos do mundo todo acionaram o Estado para salvar suas economias, elevando substancialmente os gastos e o endividamento públicos. Hoje, atolados em dívidas que os mercados suspeitam que não conseguirão pagar e patinando em baixo crescimento, países de cuja solidez ninguém duvidava até muito recentemente beiram a insolvência. O remédio se confundiu com o veneno. […]”

O mito do Rei-Filósofo

agosto 23, 2011

Are States with Better Educated Legislatures Better Governed?

Diretamente do Freakonomics!

That depends on how you define “better governed.” If, for simplicity’s sake, you measure the quality of governance by fiscal solvency (or more aptly the lack thereof), then the answer appears to be no. Of course, these are strange times; forty-two states have a combined fiscal deficit of more than $100 billion, so maybe the data’s a bit skewed. Still, comparing a Chronicle of Higher Education report on the collective education level of each state’s legislature, to Stateline.com’s list of state budget deficits from March seems worthwhile. And the results don’t exactly make the case for education being a good predictor of fiscal competence.

The graph below plots the education of state legislatures on the x-axis, defined as the percentage of members with a bachelor’s degree or higher, and the fiscal budget deficit as a percentage of 2011 spending on the y. California has the most educated legislature in the country, with 89.9% of members having bachelor’s degrees or higher. They’re also looking down the barrel of a $25.4 billion budget deficit, tops in the country. On a per-spending basis though, California’s budget deficit slips to fourth, behind Nevada, New Jersey and Texas.

Clique aqui para acessar o gráfico interativo.

Cuba e o mercado imobiliário: fim da revolução?

agosto 17, 2011

Artigo postado pelo adovogado Mauríco Leal Dias, no blog Jus Cidade.

Economia cubana: Lar doce lar
The Economist
15 de agosto de 2011 às 13:18h
*The Economist Intelligence Unit – The Economist

Entre as principais mudanças que estão sendo planejadas pelo governo de Cuba como parte de profundas reformas econômicas, está a criação de um mercado imobiliário legal. Além do recente aumento de possibilidades para o autoemprego, esta reforma poderia muito bem ter o maior e mais amplo impacto na população cubana. Isso não só legitimaria a propriedade privada, como também seria o pontapé inicial para um grande reassentamento, melhoras nas moradias, uma indústria da construção privada e um mercado de crédito novo. A reforma também poderia alavancar um novo fluxo de dinheiro de cubanos que vivem no exterior.

No período entre novembro de 2010 e abril de 2011 em debates sobre as reformas da política econômica — diretrizes aprovadas durante o congresso do Partido Comunista Cubano (PCC), em abril —, a compra e venda de casas foram os temas a receber maior número de comentários públicos. Isto revelou fortes apelos para o mercado imobiliário ser liberalizado, o que não surpreendeu, dadas as grandes restrições sobre os reassentamentos e a baixa demanda por habitação em meio há décadas de escassas moradias. Embora, tecnicamente, os cubanos sejam donos de suas casas, eles não estão autorizados a comprá-las ou vendê-las, e isso levou a um mercado próspero, mas ineficiente para swaps e vendas de casas.

Acredita-se que a liberalização a permitir um mercado imobiliário livre não só facilita esse processo, mas também leva a grandes melhorias no parque habitacional existente. E criaria oportunidades para a criação de emprego e lucros que superaria somas ganhas por qualquer cubano por meio de autoemprego de pequena escala. Além disso, a maior preocupação das autoridades nesse caso seria a geração de disparidades de riqueza, como as que se desenvolveram após a posse da propriedade tornou-se possível em lugares como o antigo bloco soviético e a China.

Esperando as regras do jogo

Autoridades dizem que as regras a reger um mercado imobiliário não
estarão prontas o final de 2011. Há muitas questões complexas que têm
de ser abordadas, incluindo a política de preços, os impostos e financiamentos de moradias, entre outros. A liberalização do mercado de automóveis usados, também prometida para até o final do ano, será simples em comparação à do mercado imobiliário. Os novos regulamentos para carros removerão as proibições de venda direta de automóveis de fabricação pós-1959, e sobre a propriedade de mais de um carro, mas parece que o direito de comprar carros novos continuará a ser restrito. O nível de imposto sobre automóveis ainda não foi determinado.

O desejo para a criação de um mercado oficial de moradias surge principalmente da frustração com os intermináveis processos burocráticos ​​envolvidos na mudança de uma casa para outra. A redistribuição das propriedades após a Revolução de 1959, combinada com a concessão de propriedade aos arrendatários, resultou em um parque habitacional atualmente ocupado por mais de 80% dos proprietários, mas transferências de propriedades só podem ser realizadas através do Estado a preços fixos. Com as transferências de casas agora administradas por um relatório com 188 regulamentos, existe um ascendente mercado negro de compras ´´por debaixo da mesa, facilitado por subornos. O governo prometeu introduzir uma transação simplificada a envolver apenas a aprovação de um tabelião, uma
transferência bancária e o pagamento de um imposto ainda não especificado.

O novo mercado trará várias implicações e mudanças importantes a curto e a longo prazos, incluindo as seguintes:

a) Modelo de propriedade privada. Quando as vendas são legalizadas, um aumento nas vendas de ricas propriedades é provável. Mas, as famílias de baixa renda precisam monetizar seus ativos, enquanto aquelas com poupança compram espaços maiores. O padrões de propriedades habitacionais refletirão, portanto, a distribuição da renda mais de perto. Embora a permissão seja de apenas uma propriedade por pessoa, há uma expectativa de que as autoridades não procurarão impedir a propriedade de segundas residências (por exemplo, chalés de fim de semana), que já existem.

A propriedade será provavelmente restrita a cidadãos cubanos e estrangeiros residentes em Cuba. Regras terão de ser claras em casos de herança, de doação e de transferência para parentes no caso da imigração permanente.

b) Construção civil. À medida que novos proprietários investem em melhorias nas suas casas, uma área completamente nova da atividade econômica será criada no setor privado da construção. Esta atividade irá receber um impulso súbito, no período que segue imediatamente ao da criação de um mercado imobiliário, porque a demanda reprimida para a transferência irá libertar um enorme estoque de capital pessoal. De forma eficaz, irá representar o descongelamento de ativos congelados.

c) Criação de crédito e hipotecas. A demanda por empréstimos para financiar a compra da casa própria incentivará a criação de um mercado de hipotecas. Isso pode também ajudar a estimular o eventual desenvolvimento de empréstimos a pequenas empresas. O sistema bancário cubano tem, até agora, cedido crédito às famílias para compra apenas de bens de consumo duráveis e para empresas privadas do setor agrícola (onde, segundo relatos da imprensa no início de julho, mais de 13 mil agricultores receberam empréstimos a taxas de juros de 3 a 7%). O desenvolvimento de um mercado imobiliário poderia facilitar novos
tipos de empréstimos, com a casa própria servindo como uma espécie de garantia para pessoas que desejam iniciar um pequeno negócio.

d) Comunidades e bairros. O mercado imobiliário terá efeitos de longo alcance e a longo prazo sobre a sociedade cubana e sobre o desenvolvimento urbano. Famílias mais ricas estarão concentradas em bairros mais procurados, enquanto os cubanos mais pobres permanecerão em zonas degradadas, conforme os mais pobres vão se mudando. Este processo já está em curso, como resultado do mercado negro de venda de imóveis, mas a legalização poderá acelerá-lo. Ao longo do tempo, a tendência será a agravação do privilégio social e da pobreza, a menos que políticas sejam introduzidas para combater a “guetização”.

GRUPO DE ESTUDO SOBRE “A NOVA ECONOMIA INSTITUCIONAL E O DIREITO EMPRESARIAL”

abril 19, 2011

Tema:

A Nova Economia Institucional (NEI) e o Direito Empresarial.

Coordenação:

O Grupo de Estudo será coordenado pelo professor Weimar Freire da Rocha Jr (Professor Associado do Curso de Ciências Econômicas e do Programa de Mestrado e Doutorado em Desenvolvimento Regional e Agronegócio da  Unioeste/Toledo), com sub-coordenação dos professores Vinícius Klein (Professor de Direito Empresarial das Universidades Positivo e Tuiuti do Paraná) e Victor Hugo Domingues (Professor da FAMEC, nos cursos de Graduação e Pós-Graduação da Faculdade de Direito).

Formatação:

Serão feitas reuniões mensais, com início em 10 de junho, para discussão e análise de textos indicados pelos coordenadores.
As reuniões ocorrerão na PUCPR (Pós-Graduação de Direito), após as 19hs (horário a ser definido)
O Grupo terá duração de aproximadamente um ano.

Objetivo:

Ao final, cada integrante deverá redigir um artigo científico dentro da temática do Grupo.
Os trabalhos poderão ser encaminhados para publicação em obra coletiva organizada pela ADEPAR, através de sua parceria com a editora Fórum (caberá, contudo, exclusivamente à diretoria da ADEPAR e ao conselho editorial da Fórum optarem pela publicação dos artigos produzidos pelo Grupo, segundo critérios de conveniência e avaliação técnica).

Inscrições:

As inscrições são reservadas aos associados da ADEPAR Demais interessados podem formalizar a filiação, e participar do Grupo, até o dia 27/05/2011.

Mais informações através do email: direito.economia.pr@gmail.com

Consulado Britânico abre oportunidade para economista

abril 8, 2011

The British Consulate-General invites applications for a full-time Economic Officer based in Sao Paulo, to work as part of the wider Prosperity Team which includes the British Embassy in Brasilia.

This is a challenging and rewarding role analysing all aspects of the Brazilian financial sector and other major sectors of the economy centred in Sao Paulo. The successful candidate will also work closely with UK Trade and Investment in identifying opportunities for UK business, and will assist the network on the wide range of issues under the FCO’s prosperity agenda, including energy and green growth. These issues are at the very heart of the UK’s foreign policy priorities and the successful candidate will play a vital role in helping to shape them.

  • The successful candidate will be responsible for:
  • Analysing and reporting on Brazil’s financial sector and the implications for the UK and global markets;
  • Working with the Brazilian Central Bank to ensure that UK and Brazilian objectives for financial sector reform are complementary;
  • Analysing and reporting on significant macroeconomic issues in the state of Sao Paulo;
  • Working closely with UK Trade and Investment on identifying and promoting key opportunities for UK business, particularly financial services providers;
  • Assisting in the implementation of the wider FCO’s prosperity agenda, including on energy, green growth, science and innovation.

The successful candidate will be ambitious and self-motivated with excellent analytical, interpersonal, and communications skills in both English and Portuguese. A good understanding of financial markets and international economics would be a strong advantage, as would experience of having lived or studied in the UK. Applicants must also have:

  • A University degree in Economics and/or Finance or a closely related discipline;
  • 3 years of relevant work experience and/or post-graduate University-level training; and
  • Excellent computer skills.

Closing deadline for applications: 13 April 2011
Monthly Salary: Starting at R$5866.

Start date: May 2011

Please send a CV and covering letter in English with two references by e-mail to the British Embassy in Brasilia:
Human Resources Officer (Ref: ECO)
E-mail: BrasiliaHR@fco.gov.uk

Para maiores informações clique aqui