Archive for the ‘Economia Comportamental’ Category

O cansaço das decisões

setembro 19, 2011

Gazeta do Povo, 18/09/2011

Estudo mostra que capacidade de fazer escolhas diminui ao longo do dia e pode causar o que médicos chamam de “o cansaço de decidir”
 
Vai tomar uma decisão importante? Não deixe para depois, se esse “depois” significar “após muitas outras decisões menos importantes”. Um estudo feito por uma universidade israelense demonstrou o que muita gente já notou na prática: quanto mais decisões tomamos ao longo do dia, mais cansados ficamos, e maiores são as chances de não tomarmos decisão alguma ou então nos arrependermos pela escolha errada.

O fenômeno, chamado de decision fatigue, em inglês, ou “o cansaço da decisão”, foi descrito após o estudo, realizado pela Ben Gurion University em parceria com a Universidade de Stanford (EUA), notar que juízes israelenses que participaram da pesquisa tinham mais chances de negar o pedido de liberdade aos presos quanto mais tarde fosse realizada a audiência de análise do pedido, chamada de parole board.

Em um episódio, um juiz deu pa­­recer diferente a dois casos iguais (mesmo crime e mesma pe­­na). Um, analisado às 8h50, foi de­­fe­ri­­do, ao passo em que outro, analisado às 16h25, após vários outros, foi negado. Os pesquisadores analisaram 1,1 mil decisões e observaram que 70% dos pedidos analisados no começo da manhã foram de­­feridos; no fim da tarde, o índice de pedidos concedidos caiu para 10%.

Estoque limitado

A ideia de que quanto mais decisões tomamos, num curto espaço de tempo, mais preparados ficamos para tomar as próximas, não se confirmou. De acordo com os pesquisadores, isso acontece porque nossa capacidade de tomar decisões é limitada, e o “estoque” de autocontrole necessário para tanto diminui conforme é usado.

As consequências seriam duas: a de agir impulsivamente, para acabar logo com o “tormento”, ou a de não fazer coisa alguma, adiando a decisão. No caso dos juízes, o pedido muitas vezes era negado para que o magistrado tivesse a chance de analisá-lo com mais calma num outro momento. Em outros casos, porém, esse tempo não é possível, o que explica aquela atitude do goleiro do seu time no fim do jogo, que coloca a perder os três almejados pontos.

“A atividade mental cansa tanto quando a atividade física e isso pode ser facilmente notado no final de um dia de trabalho. Isso explica porque grande parte dos acidentes ocorre no final da tarde, assim como os erros médicos, que geralmente ocorrem no fim de um plantão longo”, observa o neurologista e professor da Faculdade de Medicina da Universidade Esta­dual Paulista (Unesp) Fernando Coronetti. “Em qualquer atividade continuada, como tomar decisões a toda hora, o rendimento cai e se instaura essa fadiga.”

E por que isso acontece? De acordo com o neurologista e membro da Academia Brasileira de Neurologia Luiz Carlos Benthien, como um carro, o cérebro precisa de combustível para funcionar. A gasolina ou álcool, neste caso, é a energia produzida pela quebra da glicose, que libera oxigênio no interior das células e permite a atividade cerebral. Como qualquer motorista sabe, o combustível não é inifinito; o mesmo acontece com a energia da mente.

“Ao longo do dia, a tua reserva de neurotransmissores não trabalha com a mesma capacidade daquela com a qual você iniciou o dia. Ela se esgota com o processo de tomada de decisões, que quanto mais complexo, mais energia e capacidade de autocrítica vai exigir”, explica o médico.

Contraponto

Embora importante para suscitar a discussão sobre questões como a influência do estresse sobre a mente e a importância de um cérebro são e descansado para a tomada de decisões corretas, o estudo não é conclusivo, e precisaria ser repetido numa escala maior para comprovar que de fato a energia tende a diminuir ao longo de horas de uso. Essa é opinião do neurologista do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná Luciano de Paola.

Para o especialista, é temerário afirmar que o cerébro perde a sua capacidade de reter energia após esse tempo e que isso afeta a qualidade do trabalho de profissionais como médicos e juízes. “Há outras questões que também estão envolvidas nessa pesquisas, como cansaço físico, aspectos emocionais, patologias e o tempo para tomar a decisão”, exemplifica.

Há casos, segundo ele, em que mesmo no fim do período de atividade, a pessoa pode recuperar as forças por conta da importância da decisão a ser tomada, como um juiz em fim de expediente que precisa decidir sobre o destino de um preso que cometeu um crime de grande repercussão. “Essa perda de energia não é linear e pode ser renovada quando a situação exigir”.

Justiça
A responsabilidade de mudar vidas

O exemplo dos juízes não foi tomado por acaso pelo estudo. A carga de responsabilidade que envolve as decisões de um magistrado é considerável – declarar alguém inocente ou culpado, decidir entre uma multa ou a prisão, dar a guarda de uma criança ao pai ou à mãe são algumas delas. E a existência de leis, que orientam tais decisões, não é suficiente para impedir a manifestação da angústia e da insegurança.

Com 22 anos de profissão, o desembargador Gil Fernandes Guerra, que hoje preside a Associação dos Magistrados do Paraná (Amapar), conta que ainda sente o peso da responsabilidade sobre os ombros na hora de julgar os processos. “Não basta decidir, é preciso ser justo. Não é uma decisão qualquer e, dependendo do caso, se a pessoa está presa, por exemplo, é preciso ter pressa. E na nossa profissão é quase impossível deixar para depois.”

Ao longo de mais de duas décadas de atuação, o juiz conta que já chegou a se arrepender de uma decisão, proferida há cerca de cinco anos, que envolvia um homem acusado de homicídio. Testemunhas afirmavam que o homem era o autor do crime e as provas também indicavam sua culpa. Guerra o declarou culpado. Pouco depois, outro homem assumiu o crime e foi comprovado que o primeiro era inocente. “Lamentavelmente, cheguei à conclusão de que errei, e então revoguei a decisão.”

Para ele, a rotina extenuante pode influenciar no julgamento e é preciso criar hábitos que evitem a tomada de decisões em momentos críticos. Ele opta, por exemplo, por levar trabalho para casa. “Gosto de trabalhar de madrugada, e costumo analisar só um tipo de processo de cada vez. No gabinete, prefiro momentos mais silenciosos, geralmente pela manhã.” (VP)

Vida e morte em jogo

Os médicos também têm a difícil tarefa de decidir rápido e muitas vezes cada escolha pode ser a diferença entre a vida e a morte. O médico socorrista do Siate Carlos Naufel Junior, que também trabalha como cirurgião-geral no Pronto-Atendimento do Hospital Evangélico, explica que os protocolos de atendimento ajudam nos momentos críticos, mas que a realidade sempre acaba se sobrepondo ao manual.

No pronto-socorro, podem chegar várias vítimas ao mesmo tempo, tanto de tiroteios quanto de acidentes de trânsito. Nesse caso, se o médico está sozinho no plantão, é preciso avaliar quem atender primeiro. Em geral, é aquele que tem mais chances de sobreviver. Ele lembra de um atropelamento no litoral, em que estava sozinho na ambulância e precisou escolher quem atenderia primeiro entre seis feridos. Atendeu os que tinham mais chances e o que estava em estado gravíssimo morreu. “Se não atendesse os que estavam um pouco melhor, o estado poderia piorar.”

O neurocirugião do Hospital Evangélico Samir Bark, desde 1990 no Siate, também lembra de uma situação em que teve de decidir rápido: um homem entrou com uma kombi dentro de uma casa e acabou tendo o pé preso nos pedais. O risco de a residência desabar em cima do veículo era grande, e o médico precisou decidir rápido pela amputação do pé do homem. Para Bark, o processo é cansativo, pois o médico tem de lidar com uma série de responsabilidades que causam cansaço mental, como decidir por uma ação que não coloque o paciente em risco ou gere problemas jurídicos, além de gerir estagiários e travar contato com familiares. (VP)

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Neuroeconomia busca desvendar a cabeça do investidor

setembro 13, 2011

Fonte: Valor

John Coates, um pesquisador sênior de neurociências e finanças da Universidade de Cambridge, tem uma teoria. Ele diz que haveria menos bolhas e crashes no mercado de ações se mulheres e homens mais velhos conduzissem a maioria dos negócios. “Há menos diversidade no mundo financeiro que no militar”, ironiza ele. “Em Wall Street, temos uma parcela da população – homens jovens – conduzindo os pregões. Isso leva a um comportamento extremo: eles ficam selvagens.”

Isso não é bom para as ações. Tal comportamento provavelmente contribuiu para o crash da internet em 2000 e o crash de 2008-2009, alimentado pelas hipotecas subprime. Portanto, Coates, que passou 12 anos negociando derivativos de renda fixa para o Goldman Sachs e o Deutsche Bank em Nova York, está agora examinando os hormônios dos operadores, em busca de pistas sobre o grau de risco que as mulheres e os operadores mais velhos se dispõem a assumir.

Em 2007 Coates dirigiu-se a um pregão e recolheu repetidas vezes amostras de saliva de 250 operadores, a maioria homens jovens. Ele constatou que no período da manhã, quando seus níveis de testosterona estão altos, a confiança dos operadores também é alta. Na medida em que fazem negócios bem-sucedidos, seus níveis de testosterona sobem ainda mais, levando a lucros na parte da tarde.

Pesquisadores rastreiam regiões do cérebro para entender o que leva algumas pessoas a ter mais apetite por risco

Os homens jovens começam a se sentir infalíveis, assumindo um comportamento cada vez mais arriscado, como comprar ações a preços sobrevalorizados. Mas, em algum momento, testosterona demais e um excesso de julgamentos equivocados levam os mercados a níveis de alta insustentáveis. Então o ciclo termina. As ações sobrevalorizadas sofrerão um crash e os níveis de testosterona voltarão ao normal. “A testosterona é a molécula que explica a exuberância irracional”, afirma Coates. “Uma certa quantidade de testosterona pode ser saudável, mas o excesso pode levar a uma bolha.”

Para a maioria dos pesquisadores que trabalham com a neurociência, o “Santo Graal” é descobrir como regenerar os neurônios do cérebro. Tal feito ajudaria os cientistas a acabar com doenças como o mal de Parkinson e o mal de Alzheimer. Mas outros estão usando as técnicas desse campo em crescimento nas finanças comportamentais, que por si só é uma mistura de economia com psicologia. O resultado é um novo campo chamado neuroeconomia, que tenta explicar como as pessoas gerenciam riscos e por que elas sempre tomam decisões irracionais.

A importância das emoções não é nenhuma novidade. Benjamin Graham, considerado o pai do “value investing”, certa vez disse: “Os indivíduos que não conseguem dominar suas emoções estão mal adaptados para lucrar com o processo de investimento”. Mas as principais teorias do campo hoje conhecido como finanças comportamentais foram desenvolvidas por Richard Thaler, professor de economia e ciências comportamentais da Booth School of Business da Universidade de Chicago, e Daniel Kahneman, da Universidade Princeton, cujos trabalhos sobre essas questões, com o falecido Amos Tversky, lhes renderam o Nobel em Ciências Econômicas em 2002.

Kahneman e Tversky constataram que as pessoas sofrem mais com a perda de dinheiro do que sentem prazer ganhando dinheiro. Portanto, elas tendem a se agarrar a ações perdedoras, ao invés de vendê-las e evitar uma perda maior.

A irracionalidade também pode assumir a forma de um afeiçoamento emocional a um determinado ativo. R. J. Weiss, o fundador de 26 anos do blog Gen Y Wealth, recentemente postou que foi pego em uma armadilha de comportamento. Quando seu avô faleceu, ele herdou ações que eram negociadas a US$ 25. As ações caíram para US$ 20, US$ 10 e depois para US$ 5, mas Weiss não conseguiu se desfazer do presente que recebeu do avô. Finalmente, em abril, ele vendeu as ações por US$ 3,04, arcando com uma perda de 90%. “O tempo todo que o mercado caía eu sabia que manter as ações era a coisa errada a ser feita, mas eu não conseguia vendê-las”, escreveu Weiss.

Dan Ariely, um economista comportamental do Massachusetts Institute of Technology (MIT), diz que as pessoas precisam ser cautelosas com essa irracionalidade, e que talvez seja até mesmo preciso estabelecer mecanismos que impeçam as pessoas de agir de maneira imprudente. “Sabemos que precisamos criar um mecanismo que impeça as pessoas de enviar mensagens de texto pelo celular enquanto estão dirigindo”, afirma Ariely. “Mas, no mercado, não estamos levando em conta o caráter humano, e isso está nos levando para o mau caminho.”

Primeiro, porém, os neuroeconomistas precisam entender o papel da emoção nas tomadas de decisões. Brian Knutson, um neurocientista da Universidade Stanford, e Camelia Kuhnen, uma professora de finanças da Kellog School of Management da Northwestern University, rastreiam os cérebros dos investidores enquanto eles tomam decisões de compra e venda. Eles constataram que os investidores com o maior apetite pelo risco aumentam a atividade cerebral em uma área chamada núcleo acumbente. Esta é a parte que é ativada em um animal quando ele encontra comida, ou em um predador quando ele parte para uma caçada.

Ao mesmo tempo, há um aumento da dopamina, responsável pela sensação de bem-estar. Ela inunda nosso cérebro quando antecipamos algo prazeroso ou excitante como ouvir música, fazer sexo ou pular de paraquedas. Um aumento da dopamina pode levar os investidores a adotar comportamentos de risco.

Os investidores que são mais avessos ao risco – e menos inclinados a comprar uma ação em grande demanda – mostram um aumento da atividade em uma parte diferente do cérebro, a ínsula anterior, que tem um papel muito importante em emoções como ansiedade e dor. Ela é a parte que é ativada quando sentimos o cheiro de um ovo podre ou o silvo de uma cobra. “Ao desconstruir os motivos que levam os investidores a ficarem entusiasmados, e por que eles fazem o que fazem, vamos desenvolver ferramentas que poderão ajudar as pessoas e tomar decisões melhores”, afirma Knutson.

Uma das ferramentas em que Knutson está trabalhando é uma maneira de ajudar a impedir os investidores de se tornarem vítimas de fraudes financeiras. Knutson, cujo trabalho é bancado pela Financial Industry Regulatory Authority (FINRA), está usando a tecnologia de imagens cerebrais para ver o que acontece quando os investidores são seduzidos por golpistas. Ele diz que pode parecer que as vítimas são simplesmente pessoas ignorantes. No entanto, pode ser que as vítimas sejam pessoas cujos cérebros ficam tão animados com os ganhos em potencial que não conseguem evitar a tomada de risco. Ou talvez essas vítimas não sintam medo. Suas constatações poderão levar a uma ferramenta para salvaguardar os investidores.

Para onde tudo isso vai? Talvez um dia investidores e operadores tenham um dispositivo biométrico conectado aos seus computadores. Ele poderá escanear o córtex pré-frontal do cérebro, determinar os níveis de testosterona e medir a quantidade de suor nas palmas das mãos em microssegundos, antes de alertar você para não fazer determinado negócio. Ou as pesquisas atuais poderão resultar em medicamentos que tornarão as pessoas mais racionais.

“Dentro de poucas décadas, medicamentos que reforçam o desempenho serão uma parte integrante de nosso mundo”, afirma Hersh Shefren, professor de finanças comportamentais da Santa Clara University. “No momento isso é ficção científica, mas a ficção científica sempre acaba virando ciência.” (Tradução de Mario Zamarian)

Estruturando incentivos (polêmicos)…

setembro 8, 2011

Extraído de: Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região  – 06 de Setembro de 2011

Advogado e parte são condenados por litigância de má-fé

Uma empresa agropecuária e seu advogado foram condenados, solidariamente, ao pagamento de multa por litigância de má-fé por terem juntado aos autos do processo documentos fraudados, especificamente, os cartões de ponto de uma ex-empregada. A decisão foi da 1ª turma do TRT/MT.

Na ação originária da Vara do Trabalho de Tangará da Serra, a juíza titular Deizimar Mendonça condenou a empresa a pagar a trabalhadora, que atuou como cozinheira durante quase três anos, horas extras, intervalo e respectivos reflexos, totalizando um valor aproximado de 70 mil reais.

A empresa recorreu ao Tribunal Regional do Trabalho de Mato Grosso alegando que a trabalhadora deixara de assinar os “espelhos” de ponto por malícia, para depois reclamar o pagamento de horas extras perante a justiça. Já em sua defesa, a cozinheira alegou que batia o ponto todos os dias e que não foram juntados aos autos do processo os verdadeiros controles de jornada.

O relator, desembargador Tarcísio Valente, analisando as provas, especialmente, o depoimento pessoal da preposta da empresa, que afirmou ser obrigatória a assinatura dos espelhos de ponto por todos os empregados, concluiu que a empresa fraudou os controles de jornada da reclamante com o intuito de ver negados os seus pedidos e por isso a decisão da juíza de primeiro grau deveria ser mantida.

Entendeu, ainda, o relator que, no caso, estava clara a ocorrência de litigância de má-fé, a qual configura-se quando uma parte ou interveniente, age de forma maliciosa a fim de prejudicar a parte contrária. Salientou o relator que é um dever legal das partes e advogados procederem com lealdade e boa fé. Por isso, a inobservância deste procedimento, por ser matéria de ordem pública, pode provocar a atuação ex-officio (por força do cargo) do julgador.

Assim, após descrever doutrina e os parâmetros legais para tal situação, o desembargador concluiu pela aplicação da sanção legal, condenando tanto o réu, quanto o seu advogado a pagar, solidariamente, multa de um por cento sobre o valor da causa, em favor da autora.

O voto negando provimento ao recurso foi aprovado por unanimidade pela Turma. Já quanto à condenação solidária do advogado por litigância de má-fé, houve divergência do desembargador Edson Bueno.

(Processo 02117.2010.051.23.00-5)

Curso: “Aspectos Jurídicos da Economia Comportamental”

julho 14, 2011

OBJETIVO

Apresentar os primeiros conceitos da Economia Comportamental aplicadas ao Direito. Identificar os cruzamentos entre as decisões dos agentes econômicos e o Direito Financeiro, Direito do Consumo e Análise Econômica do Direito.

PROGRAMA

– Introdução à Economia Comportamental – a psicologia dos fenômenos econômicos. As escolhas no curso do tempo. Vieses e Heurísticas. Modelos e aplicações.

– Apresentação de uma nova disciplina jurídica. O conceito de consumidor e a Economia Comportamental. Comportamento econômico e contratos. O mito do agente racional. Nudge e políticas públicas. A legislação e a Behavioral Law and Economics.

DOCENTES

VICTOR HUGO DOMINGUES
Bacharelado em Direito pela Faculdade de Direito de Curitiba. Especialização em Sociologia Política pela UFPR. Mestrando em Ciências Jurídico Ambientais na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (2008/2009). Experiência na prática jurídica forense, com ênfase em Direito Ambiental Administrativo e Consultoria Legislativa. Ex-presidente do Núcleo de Estudantes Luso-Brasileiros da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Área de pesquisa docente em Direito Econômico do Ambiente e Análise Econômica do Direito, Direito e Economia Comportamental. Professor da graduação e pós-graduação da Faculdade de Direito. Foi Professor do curso de Direito Empresarial. Ministrou curso de Introdução à Análise Econômica do Direito. Membro do Instituto dos Advogados do Paraná, da Associação Paranaense de Direito e Economia e da Associação Brasileira de Direito e Economia.

PATRICIA FONSECA
Consultora e palestrante, a economista, atua dentro da área conhecida como Economia Comportamental e Economia Psicológica. Atua como palestrante in-company de Educação Financeira onde aplica seus conhecimentos e suas pesquisas para que indivíduos alcancem maior bem-estar econômico e equilíbrio financeiro. E como consultora empresarial atua em áreas como análise de mercado, análise do comportamento do consumidor e redução de custos a partir da Economia Psicológica e Neuroeconomia aplicada. Autora de artigos científicos sobre Psicologia Econômica publicados em revistas nacionais e internacionais. Professora de Finanças Comportamentais da Practa Treinamentos. Revisora do African Journal of Bussiness Management. Membro da SABE (Society for Advancements in Behavioral Economics) e da IAREP (International Association for Research in Economic Psychology). Colunista do Portal http://www.economiacomportamental.com Formada em Ciências Econômicas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie-SP com Especialização em Psicanálise e Psicologia Econômica pela PUC-COGEAE-SP. Cursando Especialização em Neuropsicologia pela PUC-COGEAE-SP. Mestranda em Neuroeconomia pela Universidade Federal do ABC – UFABC. Foi Professora do Curso de Especialização Temas em Psicologia Econômica e Economia Comportamental da FIPECAFI-USP. Foi Professora do Curso de Formação de Planejadores Financeiros. Foi pesquisadora palestrante do Congresso Internacional em Psicologia Econômica e Economia Comportamental (IAREP/SABE) em 2008 (Itália/Roma) e em 2009 (Canadá/ Halifax)

LOCAL

Escola Superior de Advocacia – Rua Brasilino Moura, 253 – Ahú

HORÁRIOS

Dias 01 e 02 de agosto de 2011, segunda e terça-feira, das 19h00 as 22h00

CARGA HORÁRIA

06 horas/aula ( 02 encontros)

NÚMERO DE VAGAS

60 Participantes

INVESTIMENTO

R$40,00 (quarenta reais)

FORMA DE PAGAMENTO

À vista

INFORMAÇÕES

http://www.oabpr.org.br/esa
Telefone:(41)3250-5750