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2 Respostas to “Contato”

  1. weimar Says:

    Oi Sabrina

    Será que você pode mandar para mia a logo do ADEPAR. Preciso colocar no sítio do I Simpósiode Direito e Economia que estamos organizando.

    []´s

    Weimar

  2. Emilio Jose Lemos de Lima Says:

    Requião: um pesadelo totalitário no Brasil de 2013.

    Ao SR. MARCUS VINICIUS FURTADO COÊLHO Presidente da OAB

    Antes de mais nada, parabéns àqueles e àquelas que tomaram a iniciativa de registrar e encaminhar as arbitrariedades e violências que sofrem(os) muitos dos que fazemos a blogosfera. É da maior importância, se desejamos mesmo avançar na direção de uma democracia profunda e verdadeira.

    Querido presidente: filiei-me ao PMDB em 1981, após conhecer Requião e outros políticos da sigla, em um congresso nacional de profissionais de processamento de dados, que organizei e dirigi, no DANC, em Curitiba.

    Desenvolvi sentimentos de amizade e respeito por Requião, impressionado pela qualidade de seu trabalho e participei, primeiro, de sua campanha a deputado estadual, na histórica virada que lançou uma “pá-de-cal” no que ainda havia da ditadura, preparando o terreno da campanha das diretas, que viria logo em seguida.

    Ele me indicou a Maurício Fruet, para assumir o centro de processamento de dados do IPPUC, que atendia toda a prefeitura de Curitiba.

    Depois disso contribui decisivamente para sua eleição de prefeito da capital, colocando mais de 200 pessoas na rua, para fazer sua campanha, e garantindo-lhe uma apuração paralela, num momento bastante “bicudo” de nossa nascente democracia.

    Resumindo, participei de todas as suas campanhas, exceção feita à primeira de governador, e ocupei alguns cargos em suas administrações, terminando por integrar sua assessoria, ocasião que é a mais importante para o nosso presente objetivo.

    Na assessoria desenvolvi um trabalho que já vinha fazendo, de certa forma, e que consistia em redigir textos relativos a suas não poucas nem desimportantes façanhas político-administrativas, vertê-los para vários idiomas e publicá-los, pela internet, em todo o mundo.

    Antes disso mantive por um ano ou dois um site noticioso sobre a américa latina, vazado nos quatro idiomas de origem européia, falados no continente.

    Durante este período na assessoria, aprofundamos uma discussão de caráter estratégico, e acostumei-me com o fato de ele invadir meu computador para fazer reparos em meus textos ou para acrescentar informações e observações.

    Cogitava-se lançá-lo candidato à presidência da república e até ensaiou-se alguns passos um tanto desajeitados, nesta direção.

    Cabe acrescentar que nossas mães eram amigas e que estive em sua casa várias vezes, desde a preparação de sua primeira campanha eleitoral.

    Tudo isto narro, para que as companheiras e os companheiros percebam que não se trata de coisa momentânea ou incidental e sim de 30 anos, de política, trabalho e lutas.

    Terminou, enfim o seu terceiro governo estadual e elegeu-se ele senador, pela segunda vez.

    Sem aproveitamento de minha pessoa, em sua nova etapa, mudei-me para Florianópolis, Santa Catarina, para viver com minha namorada.

    Começou então, um pesadelo que já dura 29 meses: Requião invade cotidianamente meu computador, na grotesca tentativa de censurar meus escritos e de impedir sua publicação.

    Poderão ver em voltaaomundopresidenta.blogspot.com e inimigosdedilma.blogspot.com que sempre trabalho na perspectiva de apoiar a presidenta em passos de maior interesse nacional e popular.

    Deixei de escrever a respeito dele ao dar-me conta de que estava lidando ora com um neonazista, ora pura e simplesmente com um psicopata perigoso.

    O homem intercepta minhas ligações telefônicas para minhas filhas, que moram em outra localidade, bloqueou a tecla 1 e a tecla 9 de meu celular, instalou controle remoto em minha máquina fotográfica digital, de modo que só posso usá-la quando ele “deixa” e, depois de 16 sabotagens diferentes, mandou instalar um “controle remoto” em meu velho carro.

    Corrompeu meu provedor, que era um jovem e decente pai de família, vários comerciantes e vizinhos, todos os meus novos conhecidos e amigos, sem exceção, e mais não me extendo neste quesito porque me é profundamente constrangedor.

    Consigo me movimentar apesar do delírio nazista do senador, graças a interferência da presidenta da república com seu ministro da justiça, e porque, tendo localizado uma das escutas clandestinas que fez introduzir em meu ambiente, submeto-o a intensos ruídos em algumas ocasiões e aparentemente não pode ou não quer desligar esta escuta.

    Pretensioso, metido a aristocrata, cheio de “nepots”, o celerado tem o hábito grotesco de manifestar seu desagrado, sempre de forma muito constrangedora para mim, como se eu tivesse qualquer tipo de acordo, contrato ou compromisso para com ele.

    Mantem uma frota de motociclistas rondando minha casa e rastreando-me por toda a cidade quando dela saio, e orquestrava (agora menos) serras de construção civil ou ladrar histérico de cães quando querendo pressionar ou simplesmente incomodar.

    O nobre delinquente com suas doentias intervenções multiplica por 5 o esforço necessário a qualquer tarefa que me disponha a realizar, seja alterando meu texto, travando meu DELL ou simplesmente derrubando a conexão.

    Não mudo de provedor, mais do que por falta de dinheiro, por saber, do governo passado, que sua relação com os grandes é ainda mais promíscua.

    Escrevo-lhes tudo isto e muito mais, para pedir-lhes ajuda no sentido de conseguirmos uma investigação que comprove os fatos, permitindo-me processar este demente senil.

    Esta é, infelizmente, a conclusão a que chego. Após uma carreira brilhante, de inegáveis realizações, Requião está senil e não há ninguém, em sua família ou fora dela, que o proteja de si mesmo.

    Como tantas vezes se vê no desempenho da “classe política”, Requião se apresentou de herói, no encontro de blogueiros, em Curitiba e não me causou nenhuma estranhesa ver o nome de seu nepot no site do Barão de Itararé.

    O fato é que este tarado me mantem em sequestro moral e emocional, de que preciso me livrar pelo amor de Deus, e a sociedade precisa saber quem é, hoje, o senador, para não incorrer no erro fatal de reelegê-lo.

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