Playgrounds e lixeiras sonoras

O consultor Aerton Paiva diz que para introduzir essa agenda nas empresas é preciso falar “a língua do econômico” antes de falar sobre ética. A seu ver, explora-se pouco o prazer e a criatividade, enquanto prevalecem “os burocratas da sustentabilidade”.

Para conferir a interessantíssima entrevista  clique aqui e confira na íntegra o belo trabalho feito pela Revista Página 22, do Centro de Estudos da Sustentabilidade da FGV.

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